Oh, Baby...
Há tempos perdida!
Há tempos sem rumo....
Há tempos sem tempo.
Oh, Baby...
Pause-me.
Observe-me.
Conserve-me.
Ame-me!
Vira o meu avesso e me reencontra.
Me mima, menina...
Me refaz e me conduz.
Me ilumina, menina...
Me distrai e me desenha.
Me eterniza, menina...
E se tu tá com medo, vem com medo mesmo.
Trás na tua mochila tua vontade maior e vem.
Eu ainda te espero, o carro nem saiu ainda.
Eu vou levar chocolate, o cd sobre uma pessoa só, e eu vou tá lá...
Vem mesmo que com medo, eu acalmo teus nervos, com um cafuné no cabelo, um abraço apertado e meu peito pra você dormir...
Não tem que ter regras pra você vir, só tem que ter você e eu.
Só tem que ter nós. Só um, uma vez, ou outras mil vezes...
Até num rabisco infantil fica tão claro e tão sensÃvel o amor num tom sereno, calmo e terno.
Nada supera a cor do amor, mas qual cor do amor? Ah, eu não sei. Mas sei que é um tom calmo, manso e profundo, que mexe lá no fundo, no fundo do coração e da alma. É mais ou menos assim o amor. O amor, meu bem!






